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Para founders não técnicos: escalar sem adivinhar

Você não precisa ler código para conduzir bem a engenharia. Precisa de quatro perguntas e respostas honestas.

Quase todo founder não técnico chega no mesmo ponto: o produto funciona, os clientes estão chegando e cada nova funcionalidade custa mais que a anterior. Isso não é um problema de código. É um sistema que cresceu mais rápido que as decisões em volta dele.

As quatro perguntas que importam

Quanto tempo uma mudança pequena leva para chegar ao usuário? Com que frequência algo quebra e quanto tempo leva para voltar? Quanto um cliente a mais custa em infraestrutura? E se a pessoa que construiu isso saísse amanhã, alguém conseguiria manter de pé?

Dá para fazer as quatro sem saber uma linha de código. As respostas mostram se você tem um produto ou um passivo.

O que fazemos primeiro

Começamos com uma leitura de duas semanas do sistema: arquitetura, caminho de deploy, dependências, o que puxa custo e as partes que só uma pessoa entende. Você recebe um mapa em linguagem simples, com os riscos ordenados pelo que vão custar nos próximos seis meses.

Depois deixamos previsível

Escalar raramente significa reescrever tudo. Normalmente significa um caminho de deploy em vez de três, monitoramento de verdade para você saber dos problemas antes do cliente, um banco que deixa de ser gargalo e responsabilidades claras para o trabalho não ficar preso em uma pessoa só.

Entrega, não dependência

Nosso objetivo é que você possa parar de nos pagar e nada quebrar. Isso significa decisões documentadas, um time que entende o sistema e código que suas próximas contratações conseguem ler.

Se alguma das quatro perguntas acima incomodou, é um bom ponto para começar uma conversa.